Um Principe em minha vida
Um Principe em minha vida, conta a história de uma garota rebelde que aprendeu a amar, ao se apaixonar por um principe a sua vida dá reviravoltas por causa desse amor. Esse livro é cheio de surpresas. UM PRINCIPE EM MINHA VIDA é de minha autoria e a cada dia estarei postando um novo capitulo. Os comentários de vocês são extremamente importantes para que eu encremente esta história. Muito Obrigado. Ass: Rebeca Santos Silva
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Capitulo 8
Eu estava tensa depois daquela conversa, nem prestei atenção no jogo. Dani me disse que o nosso colégio havia perdido a final, é claro que eu percebia tudo o que estava acontecendo, mais eu não conseguia parar de pensar na possibilidade do Michael vir estudar na Inglaterra. Ao final do jogo Fred me perguntou se estava havendo alguma coisa de errado comigo e eu prontamente disse que o mesmo não precisaria se preocupar. Mentira, agora era que ele devia ligar os senssores do ciume.
Estava mais do que visivel toda a minha preocupação e Dany logo se assentou do meu lado por enquanto que Fred foi comprar uma pipoca.
- Amiga, o que você tem?
- Nada. Eu estou bem, só meio confusa.
- Michael ligou pra você hoje?
- ligou. Como você sabe?
- Está na sua cara.
- Como assim? Está óbvio?
- Acho que para os demais que estão nessa quadra, não. Porém para mim isso está mais que explicito. Ele disse que vinria estudar aqui?
-Sim ele disse. Você já sabia?
- Falei com ele ontem. Ele ligou lá pro quarto procurando a gente, como você não estava ele disse para eu guardar segredo, pois queria que você ouvisse pela boca dele essa novidade. Está abalada né amiga?
- Não sei nem o que estou sentindo.
- Eu sei. Você amou um velho amigo, e agora está apixonada por um cavalheiro perfeito. Acho que realmente era pra você está nervosa.
Depois que a Dany falou eu me senti melhor, mais não consegui nem beijar o Fred naquela noite.
Voltando aquela mesma noite... Nosso time perdeu e todos estavam arrasados, principalmente o Ball que quando terminou o jogo foi direto pro quarto e nem quis ficar com a Dany. Fred estava triste mais não se deixou abater, então até me convidou para ir pra lanchonete, mais eu não aceitei. Mariely e Sarah já estavam no quarto a um tempão assistindo seriado e eu também logo após o jogo fui pro quarto dormir.
Manhã ensolarada, acordei com um ótimo humor, o dia estava dizendo que iria ser perfeito. Marcamos todos (eu, Fred, mariely, Sarah, Dani, Ball, e Carl) para irmos fazer um pequinique no parque central de Londres. Como não tinhamos aula naquele dia, combinamos de passar o dia inteiro lá. Brincamos, jogamos, demos muitas risadas. Em um determinado momento eu confudi o nome de Fred e acabei chamando ele de Michael. Foi um garfe terrivel, Fred olhou pra mim com uma cara de confuso, Dani fez uma cara de assustada e os demais deram risada da situação. Após o ocorrido Fred ficou quieto, não queria mais conversar comigo, estava todo desconfiado. Mais o pior ainda estava para acontecer.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Capitulo 7
A noite chegou e a grande final estava prestes a começar. Beatles Club x Cannes, jogo que com certeza tiraria o nosso folego, afinal estávamos sem o nosso astro do time. Dani saiu mais cedo para se alongar na quadra, logo que ela saiu Sarah resolveu ir na biblioteca dar uma olhada em um livro para a pesquisa da semana que vem, e mariely foi se encontrar com um gatinho que ela conheceu neste final de semana. Eu estava só quando o telefone tocou, eu atendi e tomei um susto, uma surpresa, adivinha quem estava na linha?
- Mandy?
- Eu. Quem está falando?
-Acho que não temos tanto tempo sem se falar para você não se lembrar da minha voz.
- É, acho que perdi a memória então.
- Depois diz que eu sou seu amigo.
-Michael?
- Até que fim né?
- Me desculpe, é que eu realmente não reconheci a sua voz, parece que está mais grossa. Não parece aquela voz de menino que eu costumava ouvir.
- É, tudo mudou desde que vocês foram embora.Nossa pequena cidade não é a mesma, pelo menos pra mim. Estou com muita saudade de você, e da Dani é claro.
- Uau, você nunca falou assim comigo.
-Percebemos que quando não temos quem realmente amamos por perto sentimos necessiade de falar antes que seja tarde demais. Eu te amo. Sempre te amei. Eu amava o seu cabelo com as pontas roxas, as suas peripecias, o seu sorriso de menina moleca... Eu realmente queria poder voltar no tempo e sentir tudo isso, falar pra você tudo o que estou falando agora, menos o fato de você não ter reconhecido a minha voz.(risos)
- Só você para me fazer rir assim...
-Então eu...
- Michael, a gente ficou um tempão sem se falar não foi?
-Sim, acho que você está cortando o clima né?
- Desculpa Michael, eu estou namorando.
-Sério?
-sério.
-Como é o nome dele?
-Freud, mas eu o chamo de Fred. Eu queria ter contado a você antes, mas perdemos contato e acho que nos afastamos.
- Estou tentando fazer cair a minha ficha. Sua mãe me ligou semana passada perguntando se eu queria ir estudar aí e...
- Você aceitou?
- Aceitei, mas não sei se é uma boa idéia.
-Eu ficarei muito triste se você não aceitar essa proposta.
-É, vou pensar.
- E a sua namorada?
-Terminamos, depois que o pai dela descobriu, de qualquer forma nós sabiamos que não iria dar certo. Desde quando um plebeu dá certo com uma princesa?
-Eu acho que dá certo.
-Não. Acho que só dá certo se acontecer ao contrário, um principe sempre dá certo com uma plebéia.
-Ok. Não vou insistir nesse assunto. Amigo eu tenho que ir embora agora , o Fred está me chamando lá fora ´pra gente ir pro jogo.
-Eu realmente queria estar aí.
-Eu também gostaria muito.
-Te amo.
-Também te amo amigo.
-Mande um beijo pra Mandy, e diz que eu amo ela também.
-Te ligo amanhã.
-Tchau.
È acho que foi realmente uma surpresa receber a ligação de Michael, tinha uns dois meses que não nos falávamos. Parece que o meu coração bateu mais forte quando ouvi tudo aquilo. E agora o que fazer já que ele ía estudar no internato.
Naquela hora eu saí e fui pro jogo.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Capitulo 6
Um novo clima
As semanas iam se passando e o nosso relacionamento estava
perfeito. Ele era realmente um cara bacana, aos finais de semana me levava para
jantar e fazia até poesias para mim, eu realmente estava nas nuvens. Fred
tinha dois amigos muito próximo dele, um deles era apaixonado por futebol
deixaria qualquer coisa pra assistir à uma partida em qualquer lugar, seu
apelido era Ball Game. Ball Game era um menino de Nova York seu pai era um
parlamentar do congresso conhecido internacionalmente como smile, ele vivia
sorrindo para não perder os votos. O nome de Ball era Henrique, ele era um
menino muito bonito, corpo atlético, deixava qualquer homem com inveja e
derretia os corações das mulheres, mais enfim era um menino sem tempo pra
pensar nas meninas, todas exceto eu, mostrava interesse por ele e o lezadinho
nunca se tocava. Outras características a considerar era que ele tinha cabelos
cacheados cortados era moreno e alto.
O outro amigo de Fred era o Carl, esse ao contrário de Henrique vivia se envolvendo em encrencas amorosas, pegava todas e era um sem noção, não gostava de estudar e tinha notas até boas por causa das professoras que o bajulavam por ele ser o filho do Primeiro Ministro da Inglaterra, então
pra que estudar né? Carl extremamente vaidoso fazia até as unhas no final de semana e ainda levava alguma garota com ele pro salão, todas o bajulavam.Diferentemente de Ball ele era baixinho tinha uns 1,70m, era branco e tinha cabelos lisos de fios bem loiros, seus olhos eram castanhos escuros e tinha um nariz bem afilado.
Certo, não iria falar sobre eles sem contar alguma novidade não é? Pois é um novo romance está no ar. Estávamos no jogo da liga dos internatos ingleses, recebemos em nosso internato inúmeros jogadores de futebol de campo. Pense no alvoroço no nosso residencial, aqueles
meninos bonitões estavam arrasando os corações das meninas.Como a liga era no nosso internato nós estávamos assistindo a todos os jogos.
Dani decidiu entrar para equipe das lideres de torcida e passou no teste de primeira, a professora
gostava que meninas no perfil dela participassem. No penúltimo dia quando os Beatles
Club nosso time estava ganhando de 3x1 contra os mighty Eagles nas semifinais
do campeonato, Ball Game sofreu uma queda na escada do residencial masculino e torceu a perna. Pela primeira vez Ball não participava de uma semi-final, ele muito triste relutou em ir pro jogo ,
mas depois de muito insistirmos finalmente levamos o fominha de bola para assistir. Depois do jogo decidimos ir passear na cidadezinha mais perto dali. Fomos todos, eu, Fred, Dani, Sarah, Mariely, Ball e Carl. Na lanchonete apresentamos as meninas pra eles e finalmente Henrique estava conversando com as meninas. Depois de aproveitarmos bastante voltamos pro colégio. Dani comentou com a gente sobre o Ball e zuamos a noite toda.
No outro dia conversando com o Fred ele me falou que o Ballhavia comentado a noite toda sobre Dani, disse que ela era muito bonita,simpática, meiga, acho que tem um clima no ar.
terça-feira, 12 de abril de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Capitulo 5
A semana passou que eu nem vi, mais foi o suficiente para que eu e o Fred nos aproximássemos. Eu estava muito feliz com o novo amigo, não sabia ao certo o que eu estava sentindo, mas era bom tudo aquilo. Minhas amigas diziam que eu estava me apaixonando, porém o meu coração também estava na ilha de Carcarás. Precisava tomar uma decisão porque gostar de dois garotos ao mesmo tempo é confusão na certa.
Os dias se passavam e ficamos tão próximos que o Michael não parecia fazer mais diferença. Um dia Fred me chamou para viajar com ele no domingo, queria me apresentar os pais que moravam em uma cidade a duas horas dali. Eu aceitei, iríamos com o carro que ele ganhara de aniversário. Domingo chegou e eu estava apreensiva com a viagem, vesti um vestido mimoso para passar uma boa imagem aos pais do meu amigo.
Ele estava me esperando na porta do meu residencial com uma rosa vermelha, até disse que eu estava linda, e como um verdadeiro cavalheiro abriu e fechou a porta do carro para mim. Foram as melhores duas horas de viagem que eu já fiz, conversamos sobre música, idéias, e sobre a nossa vida, só não contei a ele que eu era uma princesa. Chegamos e fomos recebidos com uma pequena recepção , fiquei surpresa, não esperava que esse passeio fosse tão importante. A mãe dele se chamava Alex, e o pai Larry, ambos eram sócios de uma grife de moda. Me receberam como que já me conhecesse, disseram que o Fred havia falado muito de mim durante aqueles dias e estavam curiosos para conhecer a menina que ele estava apaixonado. Quando ouvi aquilo fiquei sem reação, e dei uma risada discreta sem entender nada. Fred graças a Deus pediu para os pais pararem de me deixar sem graça.
A tarde na volta para casa ele parou em frente a uma grande colina e saímos do carro para admirar aquela paisagem belíssima, foi quando ele olhou pra mim e disse: “Seus olhos são tão lindos!” Fiquei rosa de sem graça, e nos olhamos durante uns trinta segundos e fomos chegando perto,perto, e nos beijamos. Foi tão mágico, parecia que eu estava flutuando no espaço, senti como se meu corpo fosse tomado por todos sentidos do corpo. Quando paramos ele disse: “ Não sei se você quer, mais...Eu estou gostando de você a algumas semanas. Você me impressiona com o seu jeito de ser. Você quando fala mostra segurança no que quer e isso me fascina.Você é especial pra mim. Mandy,aceita namorar comigo?” Fiquei estátua durante alguns segundos, ele parecia apreensivo, estava me pegando de surpresa. -“Não precisa responder agora.”-Ele falou sem graça. -“Eu aceito, é claro que eu aceito.”-Falei bem perto dele e nos beijamos novamente. Quando chegamos no internato nos despedimos e eu fui pro meu quarto sem acreditar no que havia acontecido. Minhas amigas me fizeram tantas perguntas, mas eu não conseguia responder a nenhuma pergunta eu estava apenas recordando os momentos que eu passei.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Capitulo 4
Depois de todo o barraco , eu fui pro meu quarto mais minhas amigas, elas me falaram que isso não iria ficar barato e a Diana iria querer se vingar do vexame. Decidimos que iríamos ser mais esperta do que ela. Não iríamos abaixar a cabeça e seriamos o pesadelo daquela patricinha enjoada. Diana realmente era uma garota muito bonita, ela tinha os cabelos longos loiros, pareciam fios de ouro, a poucas ondulações que tinha deixava os meninos aos seus pés e as meninas morriam de inveja, seus olhos eram graúdos e azuis e ela tirava onda por isso. Porém eu não iria me rebaixar tendo medo daquela piruá.
No outro dia quando estávamos no refeitório ela passou pela gente e disse: “turma não se misturem com esse tipinho de gente nunca viu?” As discípulas dela fizeram uma cara de nojo da gente e sairam atrás dela. As discípulas dela eram as três mosqueteiras Raquel, Eshisty e Maiana, todas filhas de empresários riquíssimos do comércio de petróleo. Andavam sempre atrás da milionária Diana filha de um Shake árabe. Diziam que elas eram empregadas dela, faziam as unhas, maquiavam ela e até serviam de pombo correio para levar cartas para os meninos do prédio de um kilometro. Na verdade elas eram subornadas porque se elas não fizessem o que ela mandava a lady iria inventar fuxicos. Aff, que medrosas.
Na segunda feira estávamos na sala de aula e ninguém falou com a gente. Descobrimos que a dita cuja tinha feito a cabeça de todos contra nós, dizia que se eles ficassem nossos amigos cairiam no conceito. Meninas contam uma história de uma menina que desafiou a “abelha rainha” e ela inventou que a menina estava indo meia noite para o dormitório masculino ficar com o namorado, final da história a garota foi expulsa porque ela arranjou provas falsas. Diana era a coisa ruim em pessoa. Eu que também nunca fui mole dei pra desafiar. Quando ninguém falava com a gente, nós falávamos com todos. Abraçava os garotos, mandava recados no alto falante e soltávamos piadas para a coméia principal.
Um dia quando eu ia passando a Diana pediu para a Eshity colocar o pé para eu cair, eu caí. Porém, não deixei barato e dei um tapa na cara dela, desculpe eu não agüentei. Foi inconsciente e eu avisei: “ Até você parar de fazer o que ela manda contra mim, sempre levará o que merece!” Saímos e elas ficaram perplexas com a minha reação. De raiva Diana veio atrás de mim e perguntou: “Quem te disse que fui eu quem mandei ela fazer isto? Não me rebaixo assim viu?” Respondi de forma bem irônica que com certeza não teria sido ela e que devia ser engano meu, afinal as discípulas eram infiéis as suas ordens. Também avisei que era para ter cuidado comigo.
A escola estava vivendo uma verdadeira revolução, metade da galera estava cansada dela e ficou me apoiando, e a outra metade com falta de senso seguiu a “rainha”.
Eu estava sentindo saudades do meu amigo, e queria que ele ao menos me ligasse, mais parecia que tinha se esquecido de mim. Dani também estava surpresa com essa frieza. Se passarm três semanas para ele me mandar uma mensagem mixuruca, “Olá, tudo bem?” Quando li aquilo me deu uma raiva, parecia que toda aquela amizade de antes tinha se esfriado, agora parecíamos distantes como o sol e a lua. Liguei para casa e minha mãe me disse que ele devia estar muito atarefado e por isso não tinha me mandado um carta. Perguntei sobre o namoro dele e ela falou que estava bem, o pai da Gabi havia deixado, pois ele era um rapaz de futuro, inteligente, responsável, ambicioso, carinhoso e outras qualidades que um pai gostaria em um genro. Fiquei morrendo de raiva, aquele namoro não deveria ter ido tão longe, pelo menos eu tinha essa esperança.
Depois de conversarmos bastante fui dormir e sonhei que eu tinha voltado pra casa e o Michael estava noivo e deixava tudo pra ficar comigo. Acordei e sonho é só sonho. Num certo dia eu estava na aula e a minha dupla de pesquisas pela primeira vez falou comigo.
-Lindo as suas botas.
Com certeza ele não era bom em conversas.
-Obrigado, foram feitas por um estilista exclusivamente pra mim. Acho que eu tenho um estilo diferente.
-Ser diferente é bom. Faz sentirmos simplesmente “diferente”.
-Com certeza! Você quer sair hoje a tarde?
-Sair?
- Digo ir fazer a pesquisa de ciências...
- Sim, a pesquisa de ciências...já estamos até atrasados né?
- Acho que sim, meu nome é Freud.
-Freud?
- Eu sei é esquisito não é?Mas pode me chamar de Fred, fico mais á vontade.
- Tudo bem Fred, que horas?
- 3:00 hPM, ok?
-Tudo bem.
Fiquei surpresa, depois de três semanas ele finalmente decidiu vir falar comigo. A comunicação por telepatia estava me matando. A tarde foi ótima. Aquele cara moreno alto, dos cabelos lisos caindo nos olhos, olhar penetrante, era demais pra eu apreciar. Ele tinha uma voz aveludada e máscula, era um sonho. Foi me buscar no quarto sabia? Todo cavalheiro. Me senti uma verdadeira princesa. Nos despedimos e fomos cada um para o seu quarto. “O que será que ele deve estar pensando?” Pensei em silencio, minhas amigas me fizeram milhares de perguntas e eu respondi todas com a maior empolgação. Fred não era um apelido tão bonito mais era melhor que Freud. Esperei ansiosa pelo outro dia. A noite parecia não ter fim, e finalmente o dia clareou e eu estava pronto para mais um dia na escola.
Quando cheguei na sala ele pediu para que eu sentasse junto dele, eu sentei e não consegui prestar atenção na aula, estava tensa e o meu pensamento era apenas ele. As horas naquele dia estavam passando rápido para a minha angustia, e eu estava aproveitando cada segundo da aula para olhar aquele garoto esperto e inteligente olhando compenetrado nas lições de classe. A Dani me olhou e deu risada, eu perguntei o porque ela estava rindo e ela me mandou um bilhetinho dizendo que eu estava parecendo uma apaixonada, dei risada quando li. Eu apaixonada? Nunca deixava os desejos do coração me levar, não tinha namorado com nenhum garoto até agora, pois todos que apareciam tinham outro interesse em mente, agora estava aquele gato me dando atençãon sem saber que eu era uma princesa. Isso me parecia perfeito.








